Descontente com as exibições do nosso número 12? Eu também, mas o homem não é de ferro e tem direito aos seus momentos menos bons. Afinal, o nosso Givanildo Vieira de Sousa não é um Deus, é apenas um Super-herói. Ainda me interroguei se o momento menos bom viria da mudança da cor de cabelo para louro, em jeito de revisitação ao acontecido ao Sansão da Dalila, mas não …
Ontem, voltou ao Hulk a cor natural do cabelo, e não voltou o futebol deslumbrante.
Estava eu nestas cogitações quando dei de caras com um anúncio publicitário, por sinal brasileiro como o nosso herói, em que um verde Hulk aparece vergado ao peso de um enorme bicharoco, daqueles que segundo o anúncio, habitam o fundo do nosso roupeiro.
Está explicado então o mau momento. É aquela traça latagona que não está a deixar que o nosso herói espalhe pelos relvados o perfume do seu jogo. A última vez que vi algo ou alguém conseguir anular assim o Hulk, foi um bicharoco bem diferente e por linhas bem mais travessas.
Recordam-se daquele senhor que tinha nome de honesto e sano jogador defesa central de futebol, mas que não o era de todo?
Agora como dantes, lembremos o que diz o anúncio “Temos que proteger os nossos heróis”. E não é assobiando-o que o faremos. Estaremos antes a fazer o “jogo das traças”.
