Adolfo Luxúria Canibal, Buda e Peste

Adolfo Luxúria Canibal, Buda e Peste

7 de Novembro de 2014 às 20:18 por em Pessoal
 

Foi precisamente em Braga que aprendi a gostar dos Mão Morta há mais de 20 anos atrás. Particularmente do seu líder, que teve o bom gosto de utilizar no nome, o mais sedutor dos 7 pecados mortais.

Bracarense, ou quase, Adolfo Luxúria Canibal (ALC) teve o condão de andar por Lisboa e ter preferido voltar, ao contrário de muitos.

Atualmente sensível ao que a Guimarães diz respeito, li online o artigo de opinião de Adolfo para o SOL que não terá muitas semanas e onde o líder dos mão-morta, exalta a beleza do centro vimaranense.

Largo Senhora da Oliveira

Largo Senhora da Oliveira

Hoje calhou passar-me o semanário em papel pelas mãos e ALC refere em novo artigo, mais um dos imensos motivos de visita desta zona do país.

Colada a Braga, mas em terras de Guimarães, a Capela de Santa Maria Madalena da Falperra, fica ao que julgo saber, e ao contrário do que Adolfo refere no artigo, (porventura condicionado pela sua vontade enquanto bracarense), não num limbo administrativo, mas definitivamente em Santa Cristina de Longos, concelho de Guimarães, tal qual o seu vizinho, Hotel da Falperra.

Igreja da Falperra

Igreja da Falperra

Já antes mostrei achar piada a esta rivalidade Bracara-Vimaranense, até por ter estado de um dos lados e agora me ter passado para o outro :)

Mas neste particular, e estando o interior da igreja, pelos vistos de património assinalável, condenado a estar fechado a maior parte do tempo e assim longe dos visitantes que o poderiam admirar, tendo a concordar com ALC e a reclamar uma solução.

Se bem que para resolver este estado de coisas, não será por certo necessário que aqueles terrenos passem a integrar Braga.

Sendo certo, que são os bracarenses e não os vimaranenses, que por lá vão casando e batizando os filhos.

Em todo o caso, é ótimo que Luxúria Canibal alerte os leitores do SOL para as belezas do Minho, até porque da música que fazia, e do que eu mais gostava, retenho referências bem mais geograficamente longínquas, como Amsterdão e Budapeste.

Aliás, atente-se a este propósito no exemplo de Buda e de Peste, que mesmo com o Danúbio para as dividir, escolheram a unificação 😉

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